clipping Diretor-geral do idg é o primeiro brasileiro a receber título que premia referências em ciência e inovação

27/03/2026

O reconhecimento da gestão do diretor-geral Ricardo Piquet e do idg à frente do Museu do Amanhã projeta, no cenário internacional, a consistência de um modelo de gestão cultural desenvolvido no Brasil, com base em governança, inovação e visão de futuro. Mais do que uma conquista individual, se trata da validação de uma expertise construída por gestores e gestoras brasileiros, capaz de articular sustentabilidade, impacto público e relevância global.   

Ricardo Piquet é, oficialmente, o primeiro brasileiro a integrar o seleto grupo de Fellows do Science Museum Group (SMG), a mais alta honraria concedida pela instituição britânica. Criado em 2009, durante o centenário do Science Museum, o programa reconhece lideranças que transformaram o mundo por meio da ciência, do design, da tecnologia, da comunicação científica e da filantropia.

Em mais de 150 anos de história do Science Museum Group e 27 anos do Conselho de Fellows, esta é a primeira vez que um brasileiro passa a integrar a lista. A lista reúne nomes de impacto global, incluindo laureados com o Prêmio Nobel como Sir Stephen Hawking, Jane Goodall, Sir David Attenborough, Sir Demis Hassabis (Google DeepMind) e a Rainha Elizabeth II.

Em entrevista exclusiva ao ESTADÃO, Piquet destacou que este reconhecimento “ultrapassa a dimensão individual” e simboliza “o reconhecimento de uma inovação na gestão cultural que nasceu no Brasil e ganhou escala internacional”.

Segundo ele, que recebeu o prêmio em reconhecimento à gestão inovadora à frente do Museu do Amanhã, o destaque internacional é resultado da capacidade de inovação institucional e de articulação global construída pelo museu ao longo dos anos. “O conceito do Museu do Amanhã deixou de ser uma experiência brasileira para se tornar um paradigma em debate no campo museológico internacional”, afirmou.