O que fazemos

O Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG) é especializado em gerir centros culturais públicos de grande importância para o país e programas ambientais. Atualmente, faz a gestão do Museu do Amanhã, no Rio; do Paço do Frevo e do programa educativo do Teatro Santa Isabel, ambos em Recife. O Instituto já foi responsável pela gestão do Cais do Sertão (Recife) e pelas Bibliotecas Parque (Rio de Janeiro).

O trabalho do IDG para o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, trouxe para a instituição, em 2018, o prêmio internacional de "Melhor Instituição Cultural para a Promoção do Soft Power" na cerimônia do Leading Culture Destinations Awards, considerada o 'Oscar' dos museus, em Londres. No Paço do Frevo, o IDG liderou o processo de salvaguarda da memória do frevo, registrando acervos até então imateriais da cultura pernambucana em livros e imagens.

Em sua vertente ambiental, o IDG realiza a gestão operacional dos projetos advindos do Mecanismo de Conservação da Biodiversidade do Estado do Rio de Janeiro, denominado Fundo da Mata Atlântica - FMA. A partir do Acordo de Cooperação Técnica com a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA), o IDG Ambiental assume a responsabilidade de estruturar e administrar os recursos depositados no fundo.

O IDG também foi responsável pelo desenvolvimento, implantação e gestão dos Parques Urbanos Santana e Macaxeira em Recife, fomentando a conservação de áreas verdes nas cidades e conscientizando os públicos frequentadores sobre a importância da preservação da biodiversidade local.

Na área de patrimônio histórico, o IDG é responsável pelo projeto que desenvolve ações de conservação e consolidação do sítio arqueológico do Cais do Valongo, na região portuária do Rio de Janeiro, considerado Patrimônio Mundial da UNESCO, em 2017, por ser o único vestígio material do desembarque de cerca de 1 milhão de africanos escravizados nas Américas. Na primeira etapa, está sendo feito acompanhamento arqueológico, restauro das ruínas, limpeza, higienização, conservação e consolidação do sítio arqueológico. Numa segunda etapa, serão feitas a substituição do guarda-corpo, a instalação de iluminação cênica monumental, a implantação de sinalização direcional, a instalação de módulos expositivos que retratam a história do Cais do Valongo.

A seguir, as principais linhas de atuação do IDG:

  • Gestão de espaços culturais públicos com recursos públicos e/ou privados
  • Gestão de programas ou projetos ambientais
  • Desenvolvimento de museus ou centros de referência
  • Desenvolvimento e Realização de Projetos de Patrimônio Histórico e Cultural
  • Curadoria e Produção de Exposições temáticas fixas e itinerantes sediadas em centros culturais ou museus no Brasil e no exterior
  • Desenvolvimento de Seminários nas áreas de Ciência, Cultura ou Meio Ambiente
  • Desenvolvimento de audiência - Os projetos sob responsabilidade do IDG impactaram 4,9 milhões de pessoas até novembro de 2018, 3,5 milhões delas no Museu do Amanhã
  • Gestão de centro de ciência e educativo - O IDG é responsável pela gestão e pelo desenvolvimento de atividades educativas relacionadas à Ciência no Museu do Amanhã
  • Salvaguarda de memória - A criação da Plataforma Brasil do Amanhã registrou propostas para a construção de um país mais justo e solidário para as próximas gerações com foco nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU durante o ano eleitoral de 2018
  • Captação de recursos com a iniciativa privada para projetos de interesse da sociedade
  • Consultoria para projetos culturais - o IDG presta consultoria para transformar ideias em projetos, desde a escolha da melhor natureza jurídica para a iniciativa até a sua operacionalização dentro das melhores práticas de mercado