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Projetos e Programas Ambientais

 

Com a mesma experiência de gestão implementada nos centros culturais públicos sob sua responsabilidade, o IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão está capacitado a operar projetos socioambientais como parceiro estratégico tanto do setor privado quanto do poder público, nas suas diferentes instâncias – Municipais, Estaduais ou Federal – e a sociedade civil.

 

Mais recentemente, o IDG foi responsável pelo desenvolvimento, implantação e gestão dos Parques Urbanos Santana e Macaxeira em Recife, afirmando o seu compromisso com a sustentabilidade e com a preservação do meio ambiente.

 

Entre outros objetivos, o modelo de gestão implementado pela Organização Social IDG para esses parques lançou mão dos melhores recursos de tecnologia e das melhores práticas de mediação e relacionamento comunitário, para trazer eficiência administrativa, programas e atividades correlatas de desportos, cultura e formação social de forma a valorizar os princípios da economicidade, eficiência, eficácia e efetividade.

 

Os Parques Santana e Macaxeira, durante a gestão do IDG, se inseriram como grandes polos de preservação de áreas verdes nas cidades e da biodiversidade local, sendo dotados de infraestrutura para programas educativos, conscientização ambiental e para o lazer.

 

O conhecimento de gestão sobre projetos ambientais reforça a expertise do IDG em iniciativas de grande projeção nacional, como, por exemplo, nas iniciativas de monitoramento das informações ambientais feitas pelo Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

 

O Observatório do Amanhã, área de pesquisa do Museu do Amanhã, mapeia sinais vitais do planeta para entender quais são as oportunidades e os riscos que a humanidade enfrentará nas próximas décadas do ponto de vista da sustentabilidade e da convivência. Para isso, seus pesquisadores buscam continuamente por informações produzidas por centros produtores de conhecimento em ciência, cultura e tecnologia do Brasil e do mundo. O resultado dessas pesquisas é utilizado na atualização da Exposição Principal do Museu do Amanhã, que, desde a inauguração, foi atualizada mais de cem vezes por meio de dados, textos, imagens e vídeos.

 

Em 2016, o Observatório deu atenção especial aos desafios globais relacionados às mudanças no clima, na biodiversidade, na urbanização, e ainda a situação dos refugiados e da exploração espacial. Isto, acompanhando as novas agendas e acordos firmados entre os países – por exemplo, o Acordo de Paris e a Nova Agenda de Desenvolvimento Urbano Global -, relatórios divulgados – tais como, a lista Vermelha de espécies em perigo da União Internacional para a Conservação da Natureza e as Tendências globais para os refugiados produzido pelas Nações Unidas -, além dos avanços mais recentes das agências espaciais, por exemplo, Nasa e ESA.

 

Essas pesquisas também são utilizadas para a realização de eventos, palestras e para a publicação de artigos de opinião escritos por especialistas e da própria equipe. Encontros rotineiros no Observatório discutem a temática ambiental. Em janeiro de 2017, o economista e presidente do Jardim Botânico Sergio Bessermann e o engenheiro florestal Fabio Scarano bateram um papo com o público sobre a importância das áreas verdes nos centros urbanos.

 

Da mesma forma, com o totem “Baías do Mundo”, o Museu do Amanhã propõe uma viagem interativa pela história de cinco baías ao redor do mundo – Sydney, Tóquio, Chesapeake, Jacarta e Guanabara. O trabalho ajuda o visitante a comparar características, realidades, conhecer a fauna e a flora desses ambientes e ter acessos às ações de despoluição adotadas por gestores de cada local.

 

As aptidões do IDG na gestão de Programas e Projetos Ambientais incluem atividades como:
– Desenvolvimento, operação e gestão de projetos e programas;
– Operação e execução de fundos e ativos;
– Gestão financeira;